Entrevista com... Pedro Macedo
Este jovem ator de 25 anos estreou-se em Morangos com Açúcar, série portuguesa da TVI que marcou toda uma geração e, desde então, fez novelas como: Espírito Indomável, Doce Tentação e Beijo do Escorpião.
Como surgiu a representação na tua vida? Era uma área em que ambicionavas trabalhar desde criança?
Pedro: Surgiu por acaso, mas foi algo que eu sempre tive em mente. Começou tudo pela música, frequentei uma escola de música e toquei piano durante 8 anos. Sempre estive ligado às artes, principalmente na vertente musical. Numa ida para a escola de música vi um panfleto no chão com aqueles cursos de representação que hoje em dia ainda existem, fiquei interessado e pedi aos meus pais para me patrocinarem o curso. Na altura eles não acharam muita piada, mas eu consegui convencê-los e fiz o curso. Este incluía várias coisas, como por exemplo a continuação para o segundo módulo, em que o primeiro era direcionado para o teatro e o segundo para a televisão. Mais uma vez convenci os meus pais para fazer o segundo módulo, no qual estavam presentes alguns diretores da Plural. Assim surgiu um convite do Paulo Pereira, diretor de elenco da Plural, para fazer um workshop prévio à entrada dos Morangos com Açúcar, eu fi-lo, aprovaram-me e fiquei no elenco.
Pedro: Surgiu por acaso, mas foi algo que eu sempre tive em mente. Começou tudo pela música, frequentei uma escola de música e toquei piano durante 8 anos. Sempre estive ligado às artes, principalmente na vertente musical. Numa ida para a escola de música vi um panfleto no chão com aqueles cursos de representação que hoje em dia ainda existem, fiquei interessado e pedi aos meus pais para me patrocinarem o curso. Na altura eles não acharam muita piada, mas eu consegui convencê-los e fiz o curso. Este incluía várias coisas, como por exemplo a continuação para o segundo módulo, em que o primeiro era direcionado para o teatro e o segundo para a televisão. Mais uma vez convenci os meus pais para fazer o segundo módulo, no qual estavam presentes alguns diretores da Plural. Assim surgiu um convite do Paulo Pereira, diretor de elenco da Plural, para fazer um workshop prévio à entrada dos Morangos com Açúcar, eu fi-lo, aprovaram-me e fiquei no elenco.

Pedro Macedo à direita, na série Morangos com Açúcar. Foto retirada do site: mcaseriecinco.blogs.sapo.pt
Qual é a instituição de ensino superior que frequentas? Porquê essa escolha?
Pedro: Fiz uma formação paralela a esta área, devido à instabilidade do meio artístico. Os meus pais apoiavam-me sempre, mas diziam que eu tinha que ter uma segurança. Deste modo, resolvi inscrever-me na Universidade Lusíada e tirei uma Licenciatura em Marketing, porque era a área que mais se assemelhava aos meus interesses, para além da área artística. Gosto muito da área empresarial, gosto de falar, comunicar…
Pedro: Fiz uma formação paralela a esta área, devido à instabilidade do meio artístico. Os meus pais apoiavam-me sempre, mas diziam que eu tinha que ter uma segurança. Deste modo, resolvi inscrever-me na Universidade Lusíada e tirei uma Licenciatura em Marketing, porque era a área que mais se assemelhava aos meus interesses, para além da área artística. Gosto muito da área empresarial, gosto de falar, comunicar…
Fizeste várias novelas e séries começando com os Morangos com Açúcar, nomeadamente Doce Tentação, Espírito Indomável e Beijo do Escorpião…. Que projetos tens atualmente?
Pedro: Atualmente estou a fazer um projeto com uma produtora do Porto, que consiste numa série infanto-juvenil, mas neste momento estamos à espera do feedback para poder avançar. Também estou a desenvolver a minha área musical, porque tenho várias músicas escritas, da minha autoria, na medida em que ia buscando inspiração nas situações que vivia, emoções que sentia, pessoas com quem ia contracenando ao longo do tempo. Decidi, portanto, começar a compor algumas músicas e entretanto entrarei em estúdio, para gravar um single brevemente.
Pedro: Atualmente estou a fazer um projeto com uma produtora do Porto, que consiste numa série infanto-juvenil, mas neste momento estamos à espera do feedback para poder avançar. Também estou a desenvolver a minha área musical, porque tenho várias músicas escritas, da minha autoria, na medida em que ia buscando inspiração nas situações que vivia, emoções que sentia, pessoas com quem ia contracenando ao longo do tempo. Decidi, portanto, começar a compor algumas músicas e entretanto entrarei em estúdio, para gravar um single brevemente.
Sentes-te concretizado profissionalmente? O que ambicionas ter na tua vida que ainda não tens?
Pedro: Até hoje sinto-me extremamente feliz com todos os projetos que me têm aparecido. Se me perguntares o que ainda me falta fazer para eu me sentir mais feliz, eu respondo-te tudo, porque ainda sou muito jovem, não fiz muita coisa e mesmo tudo o que fiz gostava de repetir. Por exemplo, gostava de voltar a fazer novelas, mas noutros registos. Gostava de trabalhar em teatro mais clássico. Gosto de desafios. Não sou aquele tipo de pessoas que tem tudo planeado, degrau a degrau. Tenho os meus objetivos e sei o que gostava de fazer com 26 anos. Para mim, o mais importante é gostar daquilo que vejo, daquilo que fiz no final de cada projeto.
Pedro: Até hoje sinto-me extremamente feliz com todos os projetos que me têm aparecido. Se me perguntares o que ainda me falta fazer para eu me sentir mais feliz, eu respondo-te tudo, porque ainda sou muito jovem, não fiz muita coisa e mesmo tudo o que fiz gostava de repetir. Por exemplo, gostava de voltar a fazer novelas, mas noutros registos. Gostava de trabalhar em teatro mais clássico. Gosto de desafios. Não sou aquele tipo de pessoas que tem tudo planeado, degrau a degrau. Tenho os meus objetivos e sei o que gostava de fazer com 26 anos. Para mim, o mais importante é gostar daquilo que vejo, daquilo que fiz no final de cada projeto.
Se me perguntares o que ainda me falta fazer para eu me sentir mais feliz, eu respondo-te tudo, porque ainda sou muito jovem, não fiz muita coisa e mesmo tudo o que fiz gostava de repetir.
O que é que te fascina do mundo da representação?
Pedro: O que me fascina é a capacidade e a possibilidade de nós podermos representar através das personagens e potencializa-las, com base no que nós somos, dando o nosso corpo e assim passar uma mensagem.A representação sensibiliza e emociona. É uma sensação extraordinária! Com a representação eu aprendi a perceber os outros, porque eu tinha que perceber as personagens antes de as desempenhar para poder fazer o melhor possível. A capacidade de perceber, de analisar faz com que, no futuro, estejamos melhor preparados.
Pedro: O que me fascina é a capacidade e a possibilidade de nós podermos representar através das personagens e potencializa-las, com base no que nós somos, dando o nosso corpo e assim passar uma mensagem.A representação sensibiliza e emociona. É uma sensação extraordinária! Com a representação eu aprendi a perceber os outros, porque eu tinha que perceber as personagens antes de as desempenhar para poder fazer o melhor possível. A capacidade de perceber, de analisar faz com que, no futuro, estejamos melhor preparados.
Com a representação eu aprendi a perceber os outros, porque eu tinha que perceber as personagens antes de as desempenhar para poder fazer o melhor possível. A capacidade de perceber, de analisar faz com que, no futuro, estejamos melhor preparados.

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